Grupo de pesquisa de Psicologia tem 9 trabalhos aprovados para congresso internacional no Rio de Janeiro
- Dorisvan Lira | Dep. de Comunicação
Os grupos de pesquisa são uma iniciativa dos cursos de graduação que visam explorar certos temas com mais afinco. Discussão, estudo e produção científica fazem parte da rotina daqueles que aderem. No Centro Universitário UniRios um de seus grupos acaba de alcançar um feito até então inédito: nove trabalhos foram aprovados para um congresso internacional.
O feito é do Grupo de Pesquisa em Psicologia e Existência Sertaneja, vinculado ao curso de bacharelado em Psicologia. Coordenado pelo Prof. Pesquisador Dr. Bruno Robson de Carvalho, seus trabalhos iniciaram no ano de 2024 e desde então segue dando importantes contribuições acadêmicas, seja por publicações ou eventos científicos.
Os nove trabalhos científicos foram aceitos no 2º Congresso Internacional de Psicologia Fenomenológico-Existencial Práticas Psicológicas Hoje: Cuidar, Resistir, Transformar, que acontece entre os dias 14 e 17 de julho de 2026, no Rio de Janeiro (RJ).
Para a coordenadora do curso de Psicologia, Ana Patrícia Amaral, “a aprovação reforça o protagonismo dos estudantes e do Prof. Pesquisador Dr. Bruno Robson de Carvalho, que vêm construindo conhecimento por meio da dedicação à pesquisa e ao aprofundamento científico no sertão nordestino”.
Segundo ela, complementa, a participação no evento representa um reconhecimento significativo da produção científica desenvolvida pelo Grupo de Pesquisa do curso, evidenciando o compromisso da instituição com a formação acadêmica, a pesquisa e a construção de práticas psicológicas éticas, críticas e socialmente comprometidas.
Confira a lista de trabalhos aprovados:
1. A invenção do Nordeste e a ecofenomenologia decolonial: território, desfenomenologização e resistência
2. Ressonâncias do ensinar e supervisionar em Psicologia: desafios e possibilidades da fenomenologia existencial no interior do Nordeste
3. Ser(tão) artista: estratégias de produção da arte sertaneja numa perspectiva ecofenomenológica
4. Fazer ver o Sertão: estratégias de divulgação da arte sertaneja sob uma leitura ecofenomenológica
5. Terra sertaneja e reexistência: a relação das artistas com o território sob uma perspectiva ecofenomenológica
6. Trabalho‑sucata no Sertão: arte, neoliberalismo e desfenomenologização do fazer artístico sertanejo
7. “A gente tem que dizer que existe”: desafios do fazer artístico no Sertão em uma leitura ecofenomenológica
8. Ser-artista-no-mundo-sertanejo: processos de subjetivação em uma leitura ecofenomenológica
9. “Um pé de mandacaru com índice pluviométrico de 0,0%”: a experiência de ser artista no Sertão
Acompanhe o trabalho do grupo no Instagram: www.instagram.com/existenciasertaneja/
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